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breno
10:21 | 27/03/10
achei muito interessante a proposta de Kleiton D’Araújo, tem ue haver mais participação nas decisões. tambem seria importante mudar as atraçoes locais pq ninguem tem mais saco de ver os artistas locais que têm um histórico de participaçoes no Fenart. assim nem as mães deles aturam.
abraços
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Kleiton D'Araújo
11:07 | 05/04/10
Obrigado por considerar interessante a proposta da participação democrática no Fenart. Espero que um dia a organização considere isso!
No estado temos diversas manifestações culturais que não são valorizadas nem conhecida pelos próprios paraibanos. é quase sempre preciso que algum historiador, produtor, ou até oportunistas apareçam, gravem um filme/documentário e ae o paraibano passa a conhecer Isabé da loca, as ceguinhas cantadoras e etc. Mas não é só neles que se restrige a cultura da Paraiba. Existem movimentos de dança de rua, do Rock, da música alternativa, dos grupos de dança folcloricas, das manifestações de grupos de música erudita e etc que não tem espaço, que não tem vez no Fenart, e infelizmente quando tem o cachê é de 1 Mil Reais pra dividir entre 10 a 20 pessoas (Sem contar o desconto dos impostos). Ta na hora de valorizar também a prata da casa e revelar novos talentos.
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Isadora Silveira
16:02 | 13/04/10
João Bosco!!!! Que demaiss!!
: )
Também é a única coisa boa. : p
Mas já vale...
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Pedro Osmar
13:39 | 16/04/10
o Fenarte é um dos projetos mais interessantes da cultura oficial do estado. Com todos os erros e equívocos já vistos em suas doze versões anteriores, é um dos grandes espaços que os artistas sempre puderam contar para mostrar a sua produção. Pena que o festival, em si, sofra o descaso das autoridades do governo estadual, que dependendo da cor partidária ou do humor dos delegados de plantão, é colocado no baú ou no lixo da história, ou pisoteado em praça pública. Felizmente 2010 é um ano eleitoral e isso certamente foi o que salvou o Fenarte, afinal, o governo tem que dizer que alguma coisa ele faz, não é? Quanto aos cachês que os artistas locais vem ganhando, é uma miséria mesmo! Seja nos bares e bailes da vida, seja nos projetos oficiais, o descalabro é gritante! Fazer o que, se o artista paraibano não tem saída diante desse contexto político atrasado que o imobiliza e desmoraliza? Há que se pensar e agir o novo caminho, a busca de saídas através de organizações fortes que o representem como os FÓRUNS PERMANENTES DEBATES E FORMAÇÃO(de música, teatro, dança, cultura popular, artes plásticas, literatura
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Pedro Osmar
13:55 | 16/04/10
Continuando:
aliás este é um assunto que deveria constar sempre da programação de qualquer evento de cultura (municipal, estadual e federal) que se interesse pela discussão democrática da cultura. Afinal, não é todo presidente de fundação cultural (ou sub-secretaria de cultura) que tem preocupações e ações
neste nível, e com este alcance. Ou seja, nas duas pontas da corda tensa da cultura há um impasse grande, e até um abismo, quando o assunto é valorização do artista local, que certamente mereceria mesmo uma maior atenção, e não apenas em época de festival, mas no cotidiano cultural das gestões. O momento de pensar e agir cultura democratizada, cultura socializada, cultura descentralizada é hoje, é agora, junto com os artistas, em debate aberto. A realização dos FÓRUNS PERMANENTES para debater a formação cultural e política, mas também o mercado de trabalho e o futuro profissional das relações de poder entre os artistas e o poder público. Vamos em frente.
ANTES ARTE DO QUE TARDE!
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Fábio clemente da silva
20:28 | 05/05/10
Achei muito interessante e agradável a programação , mas concordo plenamente com o raciocinio de Pedro Osmar , um abraço!!
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Babi
07:17 | 13/05/10
Lenine é tudo já me sinto lá!!!!
valeu!!
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LEIDE JANE
12:28 | 20/05/10
ESTOU DE PLENO ACORDO COM PEDRO OSMAR!
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nilsão
16:19 | 21/05/10
Tenho grande admiração e respeito pelo artista e cidadão Pedro Osmar. Não o conheço pessoalmente mas, a Paraiba é testemunha do seu talento e o quanto ele representa para a nossa terra. O Jaguaribe Carne é um belo exemplo disso. Imagine Pedro, nós que habitamos o interior do estado, como estamos. Ou se pensa a Paraiba como um todo, ou se instala o caos cultural na nossa terra. Um abraço.
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bibi nonato
22:31 | 22/05/10
a divulgação é muito baixa. é um evento fantastico. começa amanhã e a programação ainda não esta pronta. que organização é essa?
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Celeste Pessoa
12:44 | 23/05/10
Eu conheço o Pedro Osmar. Concordo com o que disse. Coerente.
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Tereza Cristina
11:41 | 24/05/10
O que vou comentar ñ tem relação com o Fenart, mas lendo os comentários, estou de pelno acordo com as pessoas que aqui deixaram o seu. A questão é política como em tudo, infelismente esse é o fator determinante. Aproveitando o espaço, quero deixar aqui uma questão que está acontecendo na prefeitura da nossa Capital, pricipalmente na SEINFRA, onde trabalho a 21 anos, gostaria de expor aqui para as pessoas tomarem conhecimento. O nosso Prefito nos obrigou a dar 2 expedientes na Seinfra, isso em nome de uma gratificação de serviços especiais onde muitos recebem a quantia de R$ 40,00 para trabalhar os dois horários, até ai, tudo "bem", mas o que nos revolta, é ver a prefeitura repleta de CARGOS COMISSIONADOS E PRESTADORES DE SERVIÇOS, ganhando salários superiores ao nossos e no entanto, trabalhando só 01 expediente, onde no proprio contrato deles diz, que é para dar dois expediente. Isso é uma vergonha o que acontece aqui na Secretaria da Infraestrutura, ñ é possível continuar essa situação, em que tempos estamos?? isso sem contar que servem aqui uma quentinha no valor de R$ 11,90, e muitas vezes a comida está estragada, como aonteceu nessa sexta-feira, o macarrão estava azedo. Gostaria de colocar essa situação pra todos ficarem sabendo, porque isso é mesmo uma falta de respeito com os servidores que tanto já fizeram por essa cidade. Fica o meu desabafo, esperando compartilhar com todos o que acontece longe dos olhos da maioria. Beijão
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Mª da Penha Leite
06:06 | 25/05/10
Gosto muito do Fenarte, já assisti muitas palestras interessantes, por favor invistan neste evento cultural que divulga a nossa cultura e produção científica, que tal dá tarefas escolares aos alunos da UFPB da área de Publicidade e propaganda na produção deste evento pode ser até uma divulgação do futuro profissional de Comunicação